Olá a todos!
Eu sei que tenho andado ausente, mas como já sabem estou em altura de exames (fiz o segundo hoje...já só faltam dois!) mas antes do merecido descanso vou então deixar-vos com mais umas palavrinhas.
Então a sex shop... Pois bem, não conhecia nenhuma aqui em Lisboa (nem em parte nenhuma do mundo)...sim, confesso, sou um "bocadinho" puritana em certas coisas, não é por acaso que tive vaginismo, mas também quando uma pessoa tem um problema como estes a última coisa que lhe apetece é entrar numa loja e dar de caras com um monte de pénis (a maioria deles gigantes, que, acreditem, assusta MUITO uma pessoa que sofre de vaginismo!) e lembrar-se que não pode comprar nem 1/3 dos fenomenais brinquedos que lá estão porque...enfim...porque é uma pessoa "diferente". Mas não, daquela vez eu ia mesmo para comprar um desses "brinquedos" (que para mim ia servir de tudo menos de brinquedo mas adiante...).
E por falar em ser puritana, acho que não cheguei a contar que quando a médica me mandou comprar um dildo tive que chegar a casa e confirmar com o meu namorado do que é que ela estava a falar...pois é, não me lembro, até esse dia, de ter ouvido esse nome (sim, eu sei, não sou normal!).
Mas então toca a procurar na internet "sex shops em Lisboa" e pedir às melhores amigas do mundo para irem comigo (ainda nao tinha mencionado as minhas amigas, "peças" fundamentais na minha cura, por um motivo simples, mas isso deixo para falar num próximo post) e lá fomos nós às compras...
Que centro comercial manhoso, ainda por cima a loja era a última de todas, ficava lá bem no fundo, ou seja, toda a gente que nos viu passar já sabia ao que iamos (sim, eu sei, isso não importa! mas acreditem, eu naquela altura estava com a mania da perseguição, completamente!). Mas então lá entrámos. Estava lá um velhote muito entretido a investigar o que é que havia de filmes porno (na altura confesso que fiquei meia...digamos...impressionada, mas eu quero é que as pessoas sejam felizes, desde que não façam mal a ninguém para isso!). E então começámos a analisar a oferta...de facto tinha para todos os gostos, só não tinha grande coisa para quem não gostasse de "coisos" grandes (pois claro está, quem é que está interessado num vibrador fininho? imagino que não tenha lá grande piada...sim, imagino, porque ainda nao o usei para divertimento, náo é que tivesse problema mas prontos, não aconteceu).
E lá fui eu para os dildos anais, claro, os únicos com uma dimensão ponderável, dada a minha situação. As minhas amigas disseram logo que era muito pequeninho, que devia levar outro, mas na minha cabeça só pensava "tu nem esse consegues quanto mais! nao queiras dar um passo maior que a perna! elas não sabem o que é que tu sentes, tu sabes que nao consegues!". E então pronto, lá comprei o dildo anal. Não sem antes ter que me explicar à senhora vendedora porque é que lá estava e, principalmente, porque é que queria um "coiso" fininho...é verdade, eu não resisti em me explicar à mulher, acham normal? Só conseguia pensar "caraças, uma pessoa aqui que mal consegue enfiar um dedo na dita cuja e a mulher a pensar que sou uma depravada"...era mais do que eu conseguia aguentar (parva!!!!). Lá está, é por estas e outras que tive vaginismo...
Eu sei que tenho andado ausente, mas como já sabem estou em altura de exames (fiz o segundo hoje...já só faltam dois!) mas antes do merecido descanso vou então deixar-vos com mais umas palavrinhas.
Então a sex shop... Pois bem, não conhecia nenhuma aqui em Lisboa (nem em parte nenhuma do mundo)...sim, confesso, sou um "bocadinho" puritana em certas coisas, não é por acaso que tive vaginismo, mas também quando uma pessoa tem um problema como estes a última coisa que lhe apetece é entrar numa loja e dar de caras com um monte de pénis (a maioria deles gigantes, que, acreditem, assusta MUITO uma pessoa que sofre de vaginismo!) e lembrar-se que não pode comprar nem 1/3 dos fenomenais brinquedos que lá estão porque...enfim...porque é uma pessoa "diferente". Mas não, daquela vez eu ia mesmo para comprar um desses "brinquedos" (que para mim ia servir de tudo menos de brinquedo mas adiante...).
E por falar em ser puritana, acho que não cheguei a contar que quando a médica me mandou comprar um dildo tive que chegar a casa e confirmar com o meu namorado do que é que ela estava a falar...pois é, não me lembro, até esse dia, de ter ouvido esse nome (sim, eu sei, não sou normal!).
Mas então toca a procurar na internet "sex shops em Lisboa" e pedir às melhores amigas do mundo para irem comigo (ainda nao tinha mencionado as minhas amigas, "peças" fundamentais na minha cura, por um motivo simples, mas isso deixo para falar num próximo post) e lá fomos nós às compras...
Que centro comercial manhoso, ainda por cima a loja era a última de todas, ficava lá bem no fundo, ou seja, toda a gente que nos viu passar já sabia ao que iamos (sim, eu sei, isso não importa! mas acreditem, eu naquela altura estava com a mania da perseguição, completamente!). Mas então lá entrámos. Estava lá um velhote muito entretido a investigar o que é que havia de filmes porno (na altura confesso que fiquei meia...digamos...impressionada, mas eu quero é que as pessoas sejam felizes, desde que não façam mal a ninguém para isso!). E então começámos a analisar a oferta...de facto tinha para todos os gostos, só não tinha grande coisa para quem não gostasse de "coisos" grandes (pois claro está, quem é que está interessado num vibrador fininho? imagino que não tenha lá grande piada...sim, imagino, porque ainda nao o usei para divertimento, náo é que tivesse problema mas prontos, não aconteceu).
E lá fui eu para os dildos anais, claro, os únicos com uma dimensão ponderável, dada a minha situação. As minhas amigas disseram logo que era muito pequeninho, que devia levar outro, mas na minha cabeça só pensava "tu nem esse consegues quanto mais! nao queiras dar um passo maior que a perna! elas não sabem o que é que tu sentes, tu sabes que nao consegues!". E então pronto, lá comprei o dildo anal. Não sem antes ter que me explicar à senhora vendedora porque é que lá estava e, principalmente, porque é que queria um "coiso" fininho...é verdade, eu não resisti em me explicar à mulher, acham normal? Só conseguia pensar "caraças, uma pessoa aqui que mal consegue enfiar um dedo na dita cuja e a mulher a pensar que sou uma depravada"...era mais do que eu conseguia aguentar (parva!!!!). Lá está, é por estas e outras que tive vaginismo...