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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Novidades

Queria que soubessem que continuo deste lado, embora sem muito tempo disponível. Continuo respondendo aos e-mails demorando mais tempo do que gostava mas aguardem que eu respondo sempre.


Queria dizer-vos também que superei mais um grande obstáculo na minha vida. Consegui ultrapassar o fim do meu namoro de 10 anos, com aquele que foi o meu parceiro nesta luta. Passados quase 4 meses, sinto-me muito melhor e cheia de forças para voltar a ser feliz.


Quanto à parte sexual, confesso que com o fim do namoro voltaram algumas inseguranças. Não tenho relações sexuais desde que terminei o meu namoro e tenho que admitir que há um minhoquinha assim pequenina na minha cabeça que de vez em quando me atormenta com a ideia de, quando eu tiver outro parceiro, posso não conseguir ter sexo normalmente, outra vez. 
Mas logo depois apercebo-me de que não é um pensamento racional e que vai correr tudo bem. O problema estava em mim, eu estou curada, portanto não vai acontecer com mais ninguém. De qualquer forma voltei a exercitar uma vez com um amiguinho, só para confirmar que continuava tudo certo lá para dentro e posso confirmar: não mudou nada.

Beijos a todas e continuem firmes na luta, nunca desistam que o nosso problema tem cura, e não é tão difícil como parece. Palavra de quem já se curou.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Desculpem

Tenho lido os vossos e-mails mas ando tão em baixo que nem sempre tenho forças para responder.
Estou a ultrapassar, sem dúvida, o momento mais difícil da minha vida até hoje (pior ainda que a decepção de anos de não conseguir fazer sexo normalmente), e às vezes pensar neste assunto e me esforçar em vos dar ânimo não é fácil. Por isso espero que compreendam a minha demora em responder aos e-mails. A resposta pode tardar mas vai chegar.
Beijos a todas

domingo, 11 de julho de 2010

Faz hoje um ano

Que eu consegui vencer a minha luta contra o vaginismo.
Lembro-me, com saudade, desse dia tão feliz, agora que estou longe do meu amor para comemorar esta alegria com ele.
Meninas, nunca desistam da vossa luta porque no dia em que conseguirem ultrapassar este obstáculo vão sentir-se imensamente realizadas e orgulhosas de vocês próprias. É uma vitória deliciosa, que todas vão conquistar. Basta querer.
Beijos a todas

domingo, 27 de junho de 2010

O verdadeiro dia em que eu consegui

Com o meu relacionamento mesmo a dar as últimas, com o coração muito apertado e num sofrimento sem fim, venho aqui vos contar do dia em que consegui, verdadeiramente, a primeira penetração. Isto porque os próximos meses ainda vão ser muito mais dolorosos do que estes dias já estão sendo, e não sei quando volto a conseguir escrever aqui no blogue sobre este tema em particular (mas vou continuar por aqui e a responder aos vossos e-mails, não se preocupem).
E então é agora. Tem que ser. Vocês merecem.
Quem quiser relembrar a primeira vez em que tentei e só consegui metade pode ver neste post.

Mas então, depois da primeira tentativa com o "verdadeiro", e depois de só conseguir metade, não insistimos mais, parámos e na próxima semana eu continuei a exercitar com o amiguinho maior, sem desanimar nunca. A verdade é que, mesmo só tendo conseguido metade e tendo doído, eu não desanimei mesmo, nem deixei de acreditar que ia conseguir por um segundo. Claro que fiquei um pouco triste, isso é natural, mas continuei a acreditar sempre. Porque quando entra um amiguinho do tamanho dum pénis normal, TEM que entrar o verdadeiro. Certo? É assim que temos que pensar porque é essa a verdade.

E então, depois de uma semana mais ou menos de exercícios, eu ganhei mais confiança e consegui, no dia 11 de Julho de 2009, a primeira penetração completa. Doeu um pouco, claro, mas nada de insuportável.
Quando acabámos de fazer amor eu chorei de alegria. Foi das maiores alegrias da minha vida, sem dúvida! Nunca vou esquecer esse dia. Foi sem dúvida o dia da minha maior vitória até hoje. Eu consegui, meninas, Nós conseguimos. Todas nós conseguimos!

Isto aconteceu ao início da tarde. Depois fui ter com as minhas amigas, iamos ao shopping, depois jantar todas juntas e sair à noite. Nem sei vos explicar como é que me senti nesse dia. Não para de me olhar ao espelho e pensar "eu, K., consegui. Eu já não sou virgem" (qual adolescente - homem, claro, que as mulheres nestas coisas são diferentes - em êxtase). E senti-me muito muito especial.
Acima de tudo, senti um grande orgulho em mim, porque ultrapassei um obstáculo gigante na minha vida.
Espero que este post não sirva para entristecer ninguém mas, pelo contrário, dar força a todas para continuares a lutar pea vossa cura, como eu lutei. E venci!

sábado, 12 de junho de 2010

Só para saberem que continuo por aqui e para vos dar uma palavrinha de ânimo (e correndo o risco de ser repetitiva), aqui estou eu.
Quando pensarem que não vos apetece fazer os exercícios, e mesmo que achem que têm uma justificação bastante válida para isso (a maioria delas não passam de desculpas cobardes, a verdade é essa e vocês sabem disso) pensem que no dia seguinte ainda vai custar mais, e no depois do seguinte ainda mais, e assim sucessivamente.
Há duas semanas mais ou menos eu já estava a pegar no carro e conduzir quase sem ficar nervosa. Parei uma semana (uma semana só!!) e quando voltei a pegar nele já estava super nervosa.

Cada dia que passa sem praticarmos é mais um bocadinho de insegurança que se cria dentro de nós, que só vai dificultar as coisas.
O truque é fazermos um compromisso connosco próprias e tornar os exercícios, que temos que fazer em prol da nossa cura, rotinas diárias, obrigatórias (tais como comer, tomar banho, etc). Sem isso é muito mais difícil conseguir.
Acreditem em mim que eu sei bem do que falo.
Força meninas!

sábado, 29 de maio de 2010

Meninas, decidi responder à pergunta da Dani quanto ao meu último post num post para todas lerem.
Confesso que não disse como é que a menina se curou de propósito, porque fico sempre meia reticente de vos dizer que podemos alançar a cura sem terapia. Mas foi isso que aconteceu com mais esta menina. Que conseguiu se curar em dois meses (olha que maravilha!!). A única coisa que eu fiz foi dar as indicações que tenho dado para todas vocês, de fazer os exercícios gradualmente com objectos cada vez mais largos. Eu não sei se o facto de a menina estudar psicologia a ajudou a se curar mais rápido, vocês acham que pode ajudar? A verdade é que foi bem rápido.

Mas meninas, queria só deixar aqui claro que, apesar de, efectivamente, ser possível a cura sem terapia, acho que, regra geral, é bem mais difícil e pode levar muito mais tempo, pelo que aconselho quem tenha possibilidade (e cuidado com aquelas desculpas que dão a vocês próprias para não fazerem terapia!!) que faça sempre terapia. Até porque há a parte psicológica que convém ficar resolvida, sob pena de mais tarde podermos voltar a ter problemas (mas esta última parte é uma mera suposição minha, não se assustem!).

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Mais uma cura

Amigas,
Troquei e-mails durante uns tempos com uma amiga com vaginismo. Ela fez os exercícios direitinhos e, esta semana, conseguiu a penetração!
Mais uma vitória! Mais uma esperança para todas vocês!
A força de vontade é meio caminho. A outra metade do caminho é feita pela persistência com os exercícios.
E dessa forma todas vão conseguir!
Beijos grandes para todas